
PF realiza operação para desarticular esquema de lavagem com criptomoedas
TL;DR
A Polícia Federal (PF) desmantelou uma organização criminosa que lavava dinheiro através de criptomoedas, movimentando mais de R$ 39 milhões ilegalmente.
A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira (21) uma operação para desmantelar uma organização criminosa envolvida na lavagem de dinheiro por meio de criptomoedas em território nacional e internacional. O esquema movimentou mais de R$ 39 milhões ilegalmente.
A operação, chamada Narco Azimut, foi realizada em três estados. Os agentes cumpriram mandados de busca e prisão nas cidades de Santos, Ferraz de Vasconcelos, São José dos Campos e São Bernardo do Campo em São Paulo, além de Armação de Búzios (RJ) e Goiânia (GO).
Como a quadrilha operava?
De acordo com a PF, a organização tinha um método bem estruturado para realizar a lavagem de dinheiro proveniente de atividades criminosas. As operações incluíam transferências de criptoativos que complicavam o rastreamento das origens dos fundos.
- A transferência de criptoativos entre o Brasil e o exterior dificultava o rastreamento;
- Movimentação de valores em espécie entre estados também era parte do esquema;
- A organização realizava operações financeiras de elevadas quantias e repasses em diversas modalidades;
- As movimentações totalizaram aproximadamente R$ 15,4 milhões em criptomoedas, R$ 15,5 milhões em espécie e R$ 8,7 milhões por meio de transferências bancárias.
A operação Narco Azimut é uma extensão da Operação Narco Bet, iniciada em outubro do ano anterior, que visava um esquema de lavagem de dinheiro relacionado ao tráfico internacional de drogas. Na ocasião, foram detidos o influenciador Bruno Alexssander Souza Silva e o empresário Rodrigo Morgado, o último tendo sido envolvido em casos controversos na mídia.
Medidas tomadas contra os investigados
Durante a operação, foram apreendidos diversos veículos, somas em espécie, documentos e dispositivos relacionados ao grupo. Além disso, a Justiça impôs restrições severas aos envolvidos.
As determinações incluem bloqueio e sequestro de bens, com a proibição de movimentações comerciais e transferências de propriedades adquiridas com dinheiro proveniente de atividades ilícitas. O grupo é passível de acusação por associação criminosa, evasão de divisas e lavagem de dinheiro.
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Conteudo selecionado e editado com assistencia de IA. Fontes originais referenciadas acima.


