
Desenvolvem chip flexível para computação in-memory em inteligência de borda
TL;DR
Um novo chip digital utilizará computação na memória e promete revolucionar o monitoramento de atividades diárias, segundo pesquisa publicada na Nature.
Investigações sobre chip de inteligência artificial
Um novo chip digital, que utiliza uma arquitetura de compute-in-memory (computação na memória) e é flexível, promete revolucionar o monitoramento de atividades diárias. A pesquisa foi publicada na Nature, destacando sua aplicação em sistemas de inteligência de borda.
Detalhes técnicos do chip
O chip foi desenvolvido a partir de um processo de transistores de filme fino de silício policristalino a baixa temperatura, amplamente disponível no mercado. Essa tecnologia permite que o chip processe dados diretamente na memória, aumentando a eficiência e a precisão na análise de sinais fisiológicos.
Desempenho e aplicações práticas
Os testes mostraram alta precisão na monitorização de atividades diárias humanas, utilizando múltiplos sinais fisiológicos. Os resultados sugerem que essa tecnologia pode ser utilizada em dispositivos portáteis, melhorando a coleta e análise de dados de saúde.
Impacto na inteligência artificial
A implementação de chips com essa arquitetura em dispositivos de borda almeja facilitar a análise de dados em tempo real, reduzindo a necessidade de processadores potentes e economizando energia. Com isso, a acessibilidade a tecnologias de saúde avançadas tende a aumentar.
Perspectivas futuras
O desenvolvimento deste chip representa um avanço significativo na interseção entre a inteligência artificial e a saúde digital. À medida que a tecnologia evoluir, espera-se que novas aplicações surjam, impactando positivamente a monitorização e gestão da saúde nas comunidades. A integração de soluções como essa pode transformar como vivemos e cuidamos de nossa saúde no dia a dia.
Conteudo selecionado e editado com assistencia de IA. Fontes originais referenciadas acima.
